Workshop Internacional Damar Catitó

 

 
O Ateliê Galeria Priscila Mainieri passa a integrar, com esse grupo de artistas, um circuito internacional que se destaca há mais de uma década pela singularidade e qualidade de suas obras visuais. 

Exposição

The Moonlight & The end of the wind

(O luar & O final do vento)

Pinturas de Kiyoko Kozawa e  Kiyomi Kuriki

Abertura: 25 de julho de 2015, às 15h00; até 8 de agosto

Evento de abertura do Damar Catitó Workshop Internacional

 

Exposição

12 artistas na fazenda Catitó

Obras produzidas por artistas provenientes de cinco países durante workshop realizado na Fazenda Catitó (MG)

Abertura:  15 de agosto, às 15h00; até 29 de agosto

Evento de encerramento do Damar Catitó Workshop Internacional, com apresentação especial do músico Arismar do Espírito Santo

 

The Moonlight & The end of the wind

O luar & O final do vento

de 25/07 a 08/08

 

Kiyoko Kozawa

1970, Aichi, Japão 

Em sua segunda temporada no Brasil, Kiyoko expõe trabalhos recentes no Ateliê Galeria Priscila Mainieri, em São Paulo, a partir de 25 de julho, no evento que assinala o início dos trabalhos do Damar Catitó Workshop Internacional.

A artista japonesa formou-se na Universidade de Artes de Nagoya e, no Cité International Des Arts (França, 1997).  Mora e trabalha em Nagoya; desde o início dos anos 2000 participa de eventos artísticos internacionais promovidos em outras cidades do Japão e na Dinamarca, na Polônia, na Alemanha, no Brasil, localidades nas quais ela produz e expõe seus trabalhos.

Alegre, a simpática Kiyoko circula e flui como o vento que gosta de pintar; em O final do vento, escreve:

Até o momento minha obra representa o ar que é afetado pelos contornos de  todas as coisas da natureza.

O contorno das coisas nos apresenta duas dimensões, mas se modifica facilmente quando nos deslocamos diante delas.

Eu sinto o tempo passar quando desenho o ar ao redor.

Nos últimos anos desenhar o ar me traz pequenas mudanças.

Hoje desenho o vento, a luz e as sombras que entram pelas janelas e pelas portas. A corrente de vento que vem de fora.........., é de fato um sopro de ar puro.

Eu tenho desenhado o final do vento, amontoados de folhas que pousaram neste trabalho.

 

Kiyomi Kuriki

1966, Hiroshima, Japão

Assim como Kiyoko, Kiyomi busca movimentos; sua pintura evoca elegantes danças de brilhos e fulgores que emergem de um fundo preto, espesso, profundeza atraente. Dribla a monotonia com aplicações irregulares de impastos nas superfícies que percebe transformadas por sua própria ação, pelos seus traços, linhas brancas esfumaçadas nas quais Tadashi Kanai, curador do Toyota City Museum, reconhece crepúsculo e orvalho. Nas ondulações de linhas brancas que Kiyomi comprime na região central da tela, Kanai vê a sensualidade de cordões desamarrados na cintura. 

Kiyomi graduou-se em 1991 pela Aichi Prefectural Art University; desde então realiza periodicamente exposições individuais no Japão, simultaneamente a coletivas, bienais e residências artísticas na China, França, Alemanha, Dinamarca; vem conquistando diversas premiações internacionais.

Para o crítico de arte Kazuo Yamawaki, as pinturas de Kiyomi resgatam uma atmosfera espiritual e mística que boa parte da pintura moderna parece ter perdido; estimulam nossa imaginação e nos transportam para uma zona de reciprocidade entre a realidade e o mundo do espírito, para uma antiga alma egípcia.

Luar, luz da lua: não poderia haver imagem melhor para nomear esse trabalho.

Os movimentos de Kiyomi e Kiyoko se complementam no giro cósmico e no vento que envolve as coisas.

  

12 artistas na fazenda Catitó

Mostra de obras produzidas no Damar Catitó Workshop Internacional

de 15/08 a 29/08

Kiyomi Kuriki, Kiyoko Kozawa e Yumi Takatsuta (Japão), Doris Hahlweg e Erwin Legl (Alemanha), Tine Hinde e Jon Gislason (Dinamarca), Justyna Machnicka (Polônia), Patrícia de Filippi, Júlio Barreto, Arismar do Espírito Santo eMarcos Maffei (Brasil). 

Essa coletiva, juntamente com a exposição The Moonligth & The end of the wind, inaugura a inserção efetiva do Ateliê Galeria Priscila Mainieri em um circuito internacional formado por profissionais da arte que se reúnem por afinidades nos modos de fazer e pensar, ainda que a diversidade e o inevitável debate ensejado por suas obras individuais sejam características marcantes do grupo, cujos integrantes atuam em universidades, instituições culturais e galerias de arte em diversos países da Europa, Ásia e Américas.

A exposição marca o encerramento das atividades do Damar Catitó Workshop Internacional,  apresentando uma seleção dos trabalhos realizados durante a estadia de três semanas no ateliê especialmente montado para recebê-los na Fazenda Catitó, em Monte Santo de Minas (MG). A curadoria é do artista Carlos Matuck, organizador do workshop. A missão do Ateliê Galeria Priscila Mainieri é dar tratamento de acervo aos patrimônios materiais e imateriais produzidos pelo evento que permanecerem no Brasil, assim como sediar palestras e promover encontros entre os participantes e artistas e estudantes. 

Dos doze artistas participantes da mostra, apenas dois não se dedicam às artes visuais: Marcos Maffei é escritor, e Arismar do Espírito Santo, músico que apresentará composições inéditas no vernissage da exposição (15/08, sábado, às 15h00).

Alguns desses artistas participaram também da primeira edição do Damar Workshop Internacional, realizada em 2013, no Embú das Artes (SP), e de eventos similares que se repetem periodicamente desde o início dos anos 2000 em países da Europa e no Japão; a cada encontro são compartilhadas experiências e produzidas obras autorais singulares, e sempre algumas delas são incorporadas a acervos e coleções locais.

A exposição 12 Artistas na Fazenda Catitó apresenta obras resultantes da aproximação brasileira desse circuito internacional, no qual os próprios artistas vêm experimentando notáveis modos de produção artística de qualidade; alternativas saudáveis a editais oficiais e outras formas contemporâneas de incentivo à arte.  

O Ateliê Galeria Priscila Mainieri e o Instituto Cultural Capobianco apoiam a iniciativa; são parceiros da Damar na realização do workshop e na apresentação dos resultados ao público. 

 

Kiyoko Kozawa

1970, Aichi, Japão

A artista japonesa formou-se na Universidade de Artes de Nagoya e, em 1997, no Cité Internationale Des Arts (França).  Mora e trabalha em Nagoya; desde o início dos anos 2000 participa de eventos internacionais promovidos por artistas em outras cidades do Japão e na Dinamarca, Polônia, Alemanha, Brasil, localidades nas quais ela produz e expõe seus trabalhos.

Kiyomi Kuriki

1966, Hiroshima, Japão

Kiyomi graduou-se em 1991 pela Aichi Prefectural Art University; desde então realiza periodicamente exposições individuais no Japão, simultaneamente a coletivas, bienais e residências artísticas na China, França, Alemanha, Dinamarca; conquistou várias premiações internacionais.

Yumi Takatsuta

1979, Brasil

Atualmente, mora e trabalha no Brasil. Criada no Japão, pós-graduada em 2004 pela Faculdade de Arte Kyoto Saga, realizou exposições individuais em Tokyo e Osaka; a partir de 2006 expõe regularmente em São Paulo.

Doris Hahlweg

1957, São Paulo, Brasil

Criada na Alemanha, vive e trabalha em Munique, onde estudou pintura na Academy of Fine Arts, Munich entre 1978 e 1986, tornando-se desde então artista independente. Realizou, entre 1992 e 2011, dezessete exposições individuais em cidades alemãs como Ulm, Dachau, München, Freiburg, Darmstadt, Landshut etc., participando no mesmo período de mais de mais de 40 exposições coletivas. Seus trabalhos integram as coleções Bayerische Staatsgemäldesammlungen, Landeshauptstadt München, McKinsey & Company Hausbank, München, Artothek, München.

Erwin Legl

1954, Ingolstadt, Alemanha

Pintor e escultor, vive e trabalha em Hildesheim, onde desde 2000 é professor associado da Hildesheim University of Applied Sciences and Arts. Antes disso, estudou escultura em madeira na escola vocacional de Berchtesgaden, e formou-se pela Academy of Arts Munich. Realizou mais de uma dezena de individuais em diversas cidades alemãs, e tem participado de coletivas em galerias e universidades da Alemanha, Dinamarca e Japão. Participou da primeira edição do Damar Workshop Internacional.

Tine Hinde

1953, Askov, Dinamarca

Vive e trabalha em Aarhus. Iniciou seus estudos em arte em Amsterdam, Holanda, em 1973, na Rijks Academy; durante dois anos cursou a Academia de Arte de  Aarhus, Dinamarca, e artes gráficas em Poznan, Polônia, em 1977. Atua como artista, designer gráfica e ilustradora. Entre 1993 e 2013 realizou 28 exposições individuais e fez viagens de estudos a 25 cidades em 15 diferentes países.

Jon Gislason

1955, Dinamarca

Graduado pela Royal Academy of Art em Aarhus em 1977, onde foi professor por mais de 10 anos. Afinado com os pintores grupo Kobra e neo-expressionistas alemães, circula entre a Dinamarca, Alemanha, Holanda, Itália, Espanha, Rússia, Suiça, Japão, EUA e Brasil, com exposições individuais e coletivas. É membro da Artists Society, Kunstnersamfundet. Participou da primeira edição do Damar Workshop Internacional

Justyna Machnicka

1980, Polczyn Zdrój, Polônia

Artista, designer gráfica, professora universitária, formou-se pela The Higher School of Applied Arts, Szczecin (Polônia) e continuou os estudos em Lisboa, na Academia de Belas Artes; é Ph.D. pela University of Arts em Poznan (Polônia). Participa regularmente de workshops em seu país, na Tchecoslováquia e na Alemanha. Bastante premiada, atua em associações do meio artístico e cultural, e apresenta seus trabalhos em inúmeras exposições individuais e coletivas, dentro e fora da Polônia. 

 

Patrícia de Filippi

1959, São Paulo, Brasil

Mora e trabalha em São Paulo. Graduou-se pela FAU-USP, especializou-se em conservação fotográfica no Arquivo Público da Cidade de Nova York (1991) e na L. Jeffrey Selznick School of Film Preservation, Rochester, NY, EUA (2000/2001). Pesquisadora da fotografia no século XIX, desenvolve trabalhos em fotogravura, projeto iniciado em 1996 com o incentivo do Prêmio Estímulo de Fotografia da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, do qual foi vencedora. Entre 1998 e 2013 dirigiu o Laboratório de Imagem e Som da Cinemateca Brasileira. 

Júlio Barreto

1966, São Paulo, Brasil

Mora e trabalha em São Paulo. Autodidata, é pintor, gravador e desenhista. Desenvolveu técnicas próprias para a confecção de estênceis, linguagem que utiliza em suas pinturas sobre tela, e também em espaços públicos interiores e na rua. Em 2013 participou da primeira edição do Damar Workshop Internacional, e em 2014 da residência artística ArsTerra, em Hannover, Alemanha. 

 

Arismar do Espírito Santo

1956, Santos, Brasil

Vive e trabalha em São Paulo. Figura de destaque na música instrumental brasileira,  referência em vários instrumentos, atua como compositor, diretor de espetáculos, concertista e palestrante em universidades do Brasil, Uruguai, Argentina, EUA e Dinamarca. Explora a diversidade da música brasileira e concebe projetos originais, como o Criação Musical no Estado do Acre, incentivado prelo Prêmio Funarte de Música Brasileira. Foi também vencedor do Prêmio Sharp de Música e eleito um dos 10 melhores guitarristas brasileiros pela revista Guitar Player. 

Marcos Maffei

1959, São Paulo, Brasil

Trabalha e mora em Paraty (RJ). Fez música e filosofia na USP, sem concluir nenhum dos dois cursos ou virar músico ou filósofo – embora ainda toque saxofone na Banda Santa Cecília; é professor de Apreciação Musical na Escola Livre de Música da Casa da Cultura de Paraty. Tradutor e escritor, têm publicadas três adaptações de clássicos para crianças (Romeu e Julieta, Rei Artur Odisséia, Escala) e mais de 50 traduções. Prestou também serviços como leitor para as editoras Companhia das Letras e Moderna, escreveu resenhas para o caderno "Letras" da Folha de São Paulo. Em 2009, com Diferenças nas praças venceu o prêmio Off-Flip de poesia, publicado na Coletânea do Prêmio Off-Flip em 2010. Atualmente, trabalha na Secretaria de Cultura de Paraty.

 

 

Sobre o Damar Catitó Workshop Internacional

Artes visuais, música e literatura

Ao longo de três semanas, doze artistas provenientes do Japão, Dinamarca, Alemanha, Polônia e Brasil estarão imersos nas atividades propostas pelo Damar Catitó. Nove dos artistas dedicam-se à pintura, desenho, gravura e escultura; da fotografia, da música e da literatura cuidam cada um dos outros três. 

As atividades se dividem entre a cidade de São Paulo e a Fazenda Catitó. Nesta os artistas passarão a maior parte do tempo trabalhando em ateliês especialmente preparados para recebê-los, equipados com materiais por eles solicitados.

Não serão ministradas aulas, porém durante a temporada na fazenda alguns horários serão reservados para visitas de artistas, artesãos e estudantes da região; ao final do período será realizada, no próprio ateliê, uma mostra com as obras produzidas durante o workshop.

Dessa mostra serão selecionadas duas obras de cada artista, que serão expostas em São Paulo, no Ateliê Galeria Priscila Mainieri.

Em suas quatro curtas estadias em São Paulo – na abertura, no encerramento e em dois fins de semana – os artistas convidados serão recebidos em ateliês paulistanos, visitarão exposições e instituições culturais.

Mais informações

Sobre as exposições de abertura e encerramento do workshop, consulte o site www.ateliepriscilamainieri.com.br Horários e datas para agendamento de visitas ao ateliê na fazenda, informações detalhadas sobre os artistas e programação de atividades podem ser obtidas na página Damar Workshop, no Facebook; no blog damarcatito.tumblr.com; no Instagram@damarcatitoe no endereço eletrônico
http://issuu.com/damarworkshop/docs

  

Sobre a Fazenda Catitó 

Para esta segunda edição do workshop, a Damar conta com a parceria do Instituto Cultural Capobianco e da Fazenda Catitó, que abrigará o evento.

Foi estratégica a escolha da fazenda como ateliê para os artistas. Localizada em Monte Santo de Minas (MG), Catitó é referência histórica na região; fazenda de café constituída na segunda metade do século XIX produz, hoje, orientada por Hellen e Júlio Capobianco, segundo diretrizes de sustentabilidade socioambientais que prezam a inclusão de questões culturais nas interatividades positivas estabelecidas com comunidades rurais e cidades do entorno.

Na Fazenda Catitó, o modelo de gestão pressupõe que inovações tecnológicas nos processos produtivos dependem, em boa medida, da vontade criativa dos funcionários. Como estímulo, desenvolve com eles atividades artísticas, cujas produções ajudam a manter viva a memória e o espírito da fazenda e, ao mesmo tempo, qualifica-os cultural e tecnicamente, agregando habilidades aos desempenhos cotidianos, incentivando assim avanços em suas carreiras.

Para a fazenda Catitó, a promoção do workshop representa significativo marco conceitual; pontua um processo que há tempos vem se construindo, e que tem contribuído para o aprofundamento das relações entre artistas, artesãos, casas de cultura e instituições públicas da região. 

A escolha foi também estratégica no sentido de induzir a proposição metodológica fundamental do workshop: a riqueza histórica e a exuberância sociocultural da fazenda são, por si só, extremamente favoráveis para a construção da ambiência necessária para a potencialização da livre criação e de trocas pessoais, condições para a produção de obras absolutamente singulares.

 

Sobre a Damar

Damar não pode ser definida apenas como entidade produtora de eventos culturais. Primeiro, porque se dedica exclusivamente à produção periódica de um único evento, o Damar Workshop Internacional, no qual a ambiência coletiva é, ao mesmo tempo, motor e consequência de intensa e notável produção de arte.

Em segundo lugar, e principalmente, porque a energia e as competências dedicadas a esse evento extrapolam em muito o rol genérico de atribuições ordinárias das empresas do ramo cultural.

Damar, pode-se dizer, é um avatar de Carlos Matuck, artista visual de longo curso que, após vivenciar workshops em países como Alemanha, Dinamarca, Polônia, Japão, resolveu organizar, ele próprio, experiência semelhante. Sensível, Matuck identificou as qualidades comuns nos diversos países em que trabalhou, e propôs uma versão brasileira que, ao que tudo indica, em breve será mais um importante canal para a integração de artistas brasileiros em um circuito internacional que, há tempos, dá ares a fazeres artísticos, a saberes estéticos, a gestos que mantêm as pazes feitas.

  

Sobre o Ateliê Galeria Priscila Mainieri

A discussão sobre artes visuais contemporâneas a partir de suas múltiplas formas de expressão – desenho, pintura, gravura, colagem, tipografia etc. – é o motor do empreendimento da artista Priscila Mainieri. Em torno da pesquisa desse universo visual se reúne gente da cultura, pensadores, artistas que participam na construção das atividades do Ateliê Galeria, conectando-o a diversas núcleos culturais e artísticos, no Brasil e no exterior.          

Essas atividades acontecem simultaneamente em quatro frentes: produção de trabalhos visuais, exposições, atividades culturais, conservação e comercialização de obras de acervo. São territórios com fronteiras permeáveis, não há hierarquia entre eles.       

No Ateliê Galeria, Priscila desenvolve seu trabalho artístico pessoal e recebe artistas convidados que, por períodos determinados, também ali produzem obras que se integram às exposições; nestas são promovidos encontros e workshops com os próprios artistas. Periodicamente são oferecidos palestras, debates, cursos de curta duração.           

A somatória das competências envolvidas nessas operações favorece a ambiência colaborativa, propícia à contaminação pela arte. A maturidade dos artistas participantes, a qualidade das obras e a diversidade de linguagens, gêneros, técnicas, suportes estimulam o olhar crítico e aberto, assim como a sensibilidade cultural.         

Essas ações alimentam um acervo dinâmico, focado – mas não engessado –, que possibilita a articulação de conjunto de peças cujos estilos dialogam entre si, todas emergentes de contextos avizinhados, contemporâneos. A constante renovação do acervo vem mantendo ativo o interesse de colecionadores e do público em geral.           

O Ateliê Galeria facilita negócios, estende suas parcerias com os artistas àqueles que apreciam a convivência com obras de arte em seus espaços cotidianos. Além da tradicional compra e venda, sempre certificadas, novos modelos de negócios, como locação e recompra de trabalhos, vêm estimulando o início de promissoras coleções.